Criamos chocolates de origem com cacau da floresta amazônica, transformados do grão à barra para revelar sabor e território.

Perguntas frequentes

  • Chamamos de “cacau selvagem” o cacau que nasce e se desenvolve de forma espontânea na floresta amazônica, fora de sistemas de plantio ou cultivo agrícola.

    Ele não vem de fazendas ou monoculturas, mas de árvores nativas que já existem na floresta. A colheita respeita o ritmo natural da floresta.

    O termo ajuda a diferenciar esse modo de origem e coleta do cacau cultivado de forma convencional.

  • Significa que nosso cacau é coletado diretamente na floresta amazônica, sem cultivo agrícola e sem desmatamento. Trabalhamos com áreas de floresta preservada e com comunidades locais que conhecem esse território.

  • Não. Não trabalhamos com fazendas, plantações ou monoculturas.

    Nosso cacau vem exclusivamente de áreas de floresta preservada, onde as árvores já existem naturalmente.

  • Bean-to-bar significa que acompanhamos todo o processo: da seleção do cacau à produção do chocolate. Isso nos permite controlar sabor, textura e qualidade, sem recorrer a aditivos para correção.

  • Compramos o cacau diretamente de comunidades ribeirinhas, pagando um preço justo e acima do mercado.

    Esse modelo gera renda de forma contínua e incentiva a preservação da floresta: quando a floresta está em pé, o cacau continua a existir e a beneficiar as famílias que vivem dela.

  • Porque o cacau coletado na floresta é limitado e porque trabalhar em lotes pequenos permite respeitar as características de cada origem e manter controle de qualidade em todas as etapas.

  • Usamos apenas os ingredientes essenciais para cada receita. Não utilizamos conservantes, corantes ou aromatizantes artificiais.

  • Todo chocolate verdadeiro é naturalmente rico em gordura saturada. Isso acontece porque a base do chocolate é a manteiga de cacau, a gordura natural do próprio grão.

    No nosso caso, 100% da gordura vem exclusivamente da manteiga de cacau. Não utilizamos gorduras vegetais substitutas, como óleo de palma ou gorduras hidrogenadas, nem ingredientes adicionados para corrigir textura ou sabor.

    A lupa “alto em gordura saturada” é uma exigência regulatória e aparece em qualquer chocolate feito com manteiga de cacau. Ela não diferencia a origem nem a qualidade da gordura, apenas a sua presença.

    Ou seja: o rótulo aponta um dado nutricional, mas não explica de onde vem essa gordura. No nosso chocolate, ela vem do próprio cacau — uma matéria-prima integral, estável e essencial para a textura, o brilho e o sabor do chocolate verdadeiro.